Eu sou a poesia

Já não faço poesia perdi a minha caneta fiquei só só e só Aquela caderneta ora verde, ora preta ficou viúva nunca mais viu a uva A poesia era uma parte de mim era a pérola do meu jardim aumentava o meu brilho florescia o meu olho Já não faço poesia eu sou a tal poesia o mundo de alegria quem me viu, já sorriu. Setembro de 2000.23

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